sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Poesia


Ai são Mário e  são Oswald

And
          r   ivers

             a     lways

                 des
                        pencam nos mares

já navegados à beça!

Poluídos até...

Nada há de novo sobre a Terra

Exceto
            cada Segundo

Gravura em metal

      
                   (Ponta  seca) Homenagem a  Goya e  Grassmann: A realidade do  sonho produz gênios!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Xilogravura


Xilogravura   em  homenagem ao mestre  Goeldi no  projeto Mapas  de  Influências.
https://mapasdeinfluencias.wordpress.com/cartoes-postais-participantes/

Fotos no centro da cidade.



Foto do  meu  reflexo na  vidraça e a luz  em  círculo, a  camera  na  mão  esquerda.

Palhaceata 2011



Uma  maravilha  de  Palhaceata nas  ruas  da  cidade, adorei  fotografar  tantos palhaços  lindos!

Foto do centro da cidade


No Centro do  Rio, fotografei  o  contraste entre  o  moderno  e  o   antigo, tão  bom  se  tudo  fosse  desse  modo, conviver lado  a lado...

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Poema

Uma  árvore cuja  copa  são  nuvens
 e  seus  frutos são pássaros
que  voarão quando estiverem  maduros
não,não foi sonho: eu vi numa  foto
 de  João Bosco  de Almeida
e fica nesse  Planeta em nenhum
                                                      outro
 que  se saiba
                          há pássaros
 nuvem árvore ou o que  valha
  E Sonhos também
 desses que se tem dormindo
 ou que  se  vê acordado
                                                 são também corriqueiros
acontecimentos prosaicos pedindo
 às  vezes implorando até
 para serem vistos lembrados
 guardados na  memória retina ou fotografia
 conquanto  sejam admirados
                                                   não como fatos ilusórios
 mas como a  realidade concreta mais bonita
                                                                                  da  vida
 que exatamente por isso
 vale tanto
                                           e  é  linda

quarta-feira, 14 de março de 2012

POESIA

Hoje passando na  rua da  Passagem vi uma  placa  numa  oficina  fuleiríssima: Amortecedores silenciosos. Reli  assim:

                                       A  MORTE   TECE   DORES    
                                                                                             SILENCIOSA         

terça-feira, 20 de setembro de 2011

As Férias do Tempo

Minha nova  peça  de  teatro surgiu  deste  poema que  fiz  há dois anos:


houvesse o Tempo parado

em alguma esquina

tomado um táxi

se servido de café com pão

na soverteria

entrado num bar pé sujo

e entornado um copo de guaraná(ou cachaça)

se até a manhã seguinte

vagasse sem preocupação

o mundo desordenado

por sua fatal ausência

um caos novamente

um "big bang" reorganizasse

decidido prestimoso ao trabalho volta(ndo)

o retorno é doloroso

esteve pensando na vida comum

das gentes simples

e se deleitou naqueles momentos

mas a saudade que leva em si

é compensatória

afinal ser o Tempo

é deveras importante

responsabilidade à beça

e ordenar o planeta

é seu divertimento constante

jamais retornará ao prosaico viver

deixando aos outros por si este prazer

e o Tempo

afinal

é o Tempo

o que mais pode querer ser?

Menos -- sem poder!


segunda-feira, 28 de março de 2011

Tuiuiús



Detalhe de uma aquarela da  série Bichos.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011



Detalhes de encadernação, 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Poema antigo ( um anti-conto de fadas)

num castelo morava
uma princesa
o príncipe
ainda era sapo
a bruxa estava
de férias
o rei e a rainha
não existiam
os súditos todos
migraram
as aves animais e plantas
sumiram
o sol brilhava
quando queria
a lua às vezes
em pleno dia
e assim os anos se passaram
e assim a princesa envelheceu
quando por fim
teve a ideia de beijar o sapo
este jovem e
devidamente transformado
tomou um susto
e morreu
a princesa devidamente
desdentada
sentou na beira da estrada
e chorou
enxugava as lágrimas
com as devidas
roupas esfarrapadas
esperando algum dia
um outro alguém
pra uma estoria
melhor inventar
quem dera!

domingo, 24 de outubro de 2010


Série desenhos 09/10
Série desenhos

sábado, 4 de setembro de 2010

gravura antiga

Uma das minhas gravuras preferidas!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Poemetos na Palma da Mão

flores são poesias
imperfeitas porque mudas
flores como o dia
iluminam o espaço
intransponível é
a distância entre ambas
pois flor é indizível
e poesia
o contrário
onde uns voam
outros caem

o e s p a ç o

incessante
incansável de tanto ar
abriga além
das nuvens arco-íris e sombras
raios também
fragmentadores
deste céu uno
até então

é quando despencam
os não sonhadores
e seus URROS
ao sentirem o perigo
ecoam em cada trovão
e os que sonham
deságuam sobre a Terra
suas utopias
e fertilizam o solo
o qual viam do alto
em seus sobrevoos
repleto de cores
deserto de solidão

segunda-feira, 12 de abril de 2010

terracota,2008
terracota,2008

escultura em terracota, 2010
Escultura em terracota,2009

sábado, 13 de março de 2010


Aquarela, Tempestade de Cores

Aquarela, Bichos 2009
Aquarela, Bichos 2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009


Encadernação... porque os livros merecem proteção!
terracota, 2008



escultura em terracota,2008
Equilíbrio, nankin s/papel